CMC celebrou 34 contratos de emprego inserção

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, assinou ontem, na sala de sessões da autarquia, 34 contratos de trabalho socialmente necessário. Estes contratos inserem-se no âmbito da medida “Contrato Emprego-Inserção“ (CEI) promovida pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), I.P., permitindo às pessoas manterem contacto com o mercado de trabalho. Os novos colaboradores da CMC vão trabalhar durante um ano em alguns departamentos municipais.

Os 34 desempregados inscritos no IEFP assinaram contrato ao final da tarde de ontem e vão colaborar nos seguintes departamentos da CMC: Desenvolvimento Social e Ambiente (Divisão de Espaços Verdes e Jardins, Divisão de Educação e Ação Social e Divisão de Ambiente); Cultura, Turismo e Desporto; Planeamento e Gestão Urbanística (Divisão de Reabilitação Urbana); Divisão de Obras Municipais (Divisão de Cadastros, Solos, Património Imobiliário e Informação Geográfica) e Gabinete de Apoio ao Investidor (Mercado Municipal D. Pedro V).

“Este é um dia importante da vossa vida”, começou por dizer Manuel Machado. “Esta é uma oportunidade de fazerem uma caminhada; espero que se sintam realizados nesta missão e que tenham gosto em trabalhar na CMC”, concluiu o edil.

Os novos colaboradores beneficiam de subsídio de desemprego ou subsídio social de desemprego do IEFP, que são condições exigidas pela medida CEI. Igualmente, passam a usufruir de uma bolsa complementar de 84,26 euros por mês, de subsídio de alimentação por cada dia de atividade, das despesas de transporte entre a residência habitual e o local de trabalho (caso a CMC não assegure o transporte), de seguro que cubra riscos que possam acontecer durante e por causa do exercício de funções e de quatro dias por mês para se dedicarem à procura de emprego. A CMC suporta todos estes encargos.

Segundo o IEFP, o CEI é “uma medida que consiste na realização de trabalho socialmente necessário, isto é, a realização de atividades que satisfaçam necessidades sociais ou coletivas temporárias por desempregados inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional”. As atividades a desenvolver devem ser relevantes para a satisfação de necessidades sociais ou coletivas e não devem visar a ocupação de postos de trabalho. 

Esta medida, que tem a duração máxima de um ano, visa, essencialmente, promover a empregabilidade de pessoas em situação de desemprego, melhorando as suas competências socioprofissionais, através do contacto com o mercado de trabalho, e fomentar o contacto dos desempregados com outros trabalhadores e atividades, evitando o risco do seu isolamento, desmotivação e marginalização.