O Pavilhão Municipal Multidesportos Mário Mexia (PMMMM) vai acolher, nos próximos dias 27 e 28 de maio, mais uma edição da Taça da Europa de Cadetes de Judo. A cidade volta, assim, a receber os melhores judocas do mundo deste escalão, com idades entre os 15 e os 17 anos, numa competição que faz parte do IJF World Cadet Tour e que permite pontuar no Ranking Mundial de Cadetes.

O evento já tem confirmada a participação de 338 atletas de 23 países. Falta agora que o público compareça em grande número para aplaudir os judocas, tal como apelou o vereador do Desporto da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Carlos Cidade, na conferência de imprensa que decorreu hoje no PMMMM.

“Quem gosta de desporto, tem a oportunidade de assistir a mais um grande evento desportivo de enorme qualidade em Coimbra”, salientou Carlos Cidade, apelando aos jornalistas presentes para divulgarem a competição e chamarem o público ao PMMMM. “É muito importante este apoio aos judocas”, prosseguiu o vereador do Desporto da CMC, recordando que existe um adversário difícil nesta tarefa, o “verão antecipado”, que convida à praia e a outros programas alternativos. “Mas venham assistir que vai valer a pena”, reforçou.

Carlos Cidade afirmou ainda que “é uma honra Coimbra receber este evento” e concordou com o presidente da Associação Distrital de Judo de Coimbra (ADJC), Ricardo Luís, que afirmou que a cidade “começa a ser intitulada de capital do judo”. “Acho que não temos defraudado as expectativas”, acrescentou o vereador do Desporto da CMC, terminando o seu discurso a desejar “as maiores felicidades a todos os atletas, sobretudo aos de Coimbra”.

A prova internacional é organizada pela Federação Portuguesa de Judo (FPJ), União Europeia de Judo (UEJ) e ADJC, com o apoio da CMC. A conferência de imprensa de hoje contou também, por isso, com a presença do presidente da FPJ, Jorge Fernandes, do Diretor do Alto Rendimentos e das Seleções Nacionais, Luís Monteiro, do Presidente do Conselho de Arbitragem da FPJ, Nuno Carvalho, e ainda dos atletas conimbricenses, do escalão de cadetes, Diana Seiça e Vicente Rovira, que vão participar na competição.

“Esperamos que o pavilhão encha”, afirmou Jorge Fernandes, apelando igualmente para os adeptos da modalidade comparecerem nas bancadas do PMMMM e agradecendo o apoio da ADJC e da CMC na organização da competição internacional.

“Esta é uma prova que se realiza geralmente em Coimbra e que permite que os atletas possam fazer mínimos para participarem nos próximos eventos internacionais”, referiu, por sua vez, Luís Monteiro, acrescentando também que “esta competição é uma oportunidade para os cadetes que têm pouca experiência internacional”. “Temos muitos jovens e muito talentosos. Está aqui o futuro do judo português”, concluiu, informando ainda que a Seleções Nacionais de Juniores e Seniores também vão marcar presença e aproveitar a oportunidade para treinar.

Já o Presidente do Conselho de Arbitragem da FPJ afirmou que esta “é uma prova muito importante para o Conselho de Arbitragem, pois conta com a participação de árbitros estrangeiros”. “A presença de vários árbitros estrangeiros na competição traz outro nível ao campeonato”, referiu Nuno Carvalho. As últimas palavras couberam a Diana Valença e Vicente Rovira. Os atletas mostraram a sua satisfação por irem competir “em casa”, mas lembraram também que essa “vantagem” traz outra responsabilidade.

Os tatâmis conimbricenses vão receber, assim, a partir de sábado, às 10h00, 338 atletas (198 masculinos e 140 femininos), em representação de 23 países. Uma passagem obrigatória pela cidade, já que os melhores judocas do escalão de cadetes não costumam falhar esta Taça da Europa de Cadetes de Coimbra e incluem-na, na maioria das vezes, no seu planeamento da época desportiva.

Os horários e outras informações sobre a competição podem ser consultados em http://fpj.pt/prova/cadet-european-judo-cup/

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Manuel Machado, assinou hoje, no Salão Nobre dos Paços do Município, protocolos de Apoio Financeiro Municipal ao Associativismo Cultural para Atividade Permanente em 2017. De acordo com a proposta aprovada na reunião do executivo municipal de 8 de maio último, estes protocolos contemplam 87 associações culturais (mais duas do que em 2016 e mais 12 do que em 2015) e perfazem uma verba global de 263.500 euros. Cerca de uma dezena de instituições não puderam comparecer na sessão de hoje, pelo que assinarão os respetivos protocolos em data oportuna. 

Manuel Machado formalizou igualmente, esta tarde, o contrato de comodato com a Cena Lusófona – Associação Portuguesa de Intercâmbio Teatral, que visa a cedência de espaços do edifício da Ala Central do Antigo Colégio das Artes, para que aquela associação os possa utilizar para desenvolver as suas atividades. 

A Cena Lusófona, depois de assinado ente contrato, pode assim dar continuidade aos seus projetos, de formação, coproduções, circulação de espetáculos, infraestruturas teatrais, investigação, dramaturgias, debates e conferências, exposições, edições, programas interdisciplinares, programas institucionais e de cooperação. A Cena Lusófona poderá, igualmente, manter e dinamizar, aberto ao público, o seu Centro de Documentação e Informação, especializado em dramaturgia e em artes cénicas dos países de língua portuguesa.

Na sua intervenção, Manuel Machado fez questão de realçar o aumento de candidaturas que se tem verificado todos os anos, dizendo que tal demonstra “a afirmação cultural da cidade, provando-se que há um acréscimo de atividade e de interesse”. O presidente da CMC lembrou que o Convento São Francisco está de portas abertas para receber todo o tipo de atividades culturais e desafiou todos os presentes a apresentarem propostas, para aquele espaço, “que acrescentem valor à vida sócio cultural de Coimbra”.

O edil salientou ainda que “a Câmara Municipal de Coimbra disponibiliza mais apoio financeiro, neste ano, do que a Direção Geral das Artes”. Referindo depois que o apoio prestado pela CMC, no corrente ano, à área cultural, ascende a 721.250 euros. “O Estado devia ter mais abertura a apoiar a Cultura”, opinou o autarca.

Este ano, as candidaturas de Apoio Financeiro Municipal ao Associativismo Cultural para Atividade Permanente registaram a maior afluência de sempre desde que foram criadas em 2015. Em 2017, a autarquia rececionou 95 candidaturas, sendo que 87 delas reuniam as condições necessárias para a sua validação. 

O principal objetivo dos protocolos hoje assinados é dotar as associações culturais do concelho de meios necessários ao normal funcionamento das suas atividades durante este ano. Das 87 coletividades, 26 desenvolvem a sua atividade na área da música (66.250 euros), 20 na área da etnografia e folclore (42.250 euros), 6 na área do teatro (36.250 euros), 1 na área do cinema e audiovisual (2500 euros), 1 na área das artes plásticas e visuais (32.00 euros), 18 na área de cultura e recreio (53.000 euros) e 15 são outras associações cujas atividades evidenciam interesse cultural (31.250 euros).

Comparativamente ao ano passado verificou-se um aumento do montante de apoio a 40 entidades. De salientar, que depois da apreciação feita aos documentos enviados pelas associações, estas receberam uma grelha de avaliações produzida pelos serviços da CMC, para assim se poderem pronunciar sobre as avaliações a que foram sujeitas. Nove dessas associações contestaram aspetos da avaliação, o que resultou na alteração de pontuação em quatro associações.

Com a atribuição deste valor às associações culturais, para este ano os apoios concedidos pela CMC à área da cultura, ascendem a 721.250 euros, uma vez que aos 263.500 euros se deverá somar os 90.000 euros a ser atribuídos à Escola da Noite; os 265.000 euros atribuídos, em março, à Orquestra Clássica do Centro (180.000 euros) e à Encontros de Fotografia (85.000 euros); e ainda os 90.000 euros atribuídos a O Teatrão (que decorrem do protocolo plurianual, assinado, entre a CMC e a entidade, em 2016) e os 12.750 euros, que foram despendidos em apoios pontuais, e cujas decisões decorreram nos meses de março a abril de 2017. Este valor poderá ainda aumentar, pois outros projetos vão ser avaliados pela CMC até ao fim deste ano.

Para além do presidente da CMC, Manuel Machado, estiveram ainda nesta cerimónia, a vereadora da Cultura, Carina Gomes, e o diretor do Departamento de Cultura, Turismo e Desporto da CMC, Francisco Paz. 

 

Visita promovida no âmbito da comemoração dos 180 anos da AIP

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado, participou, esta manhã, numa visita à sede da farmacêutica Bluepharma, realizada no âmbito no âmbito do programa das comemorações dos 180 anos da Associação Industrial Portuguesa (AIP). O evento contou com a presença do secretário de Estado da Internacionalização, Jorge Oliveira, e uma comitiva constituída pela direção e empresários associados da AIP.

Ao longo dos seus recém-cumpridos 16 anos, a Bluepharma, situada em São Martinho do Bispo, transformou uma unidade industrial que empregava 58 pessoas e que operava para o mercado nacional, num grupo económico de 20 empresas e que emprega cerca de 450 colaboradores. Este grupo farmacêutico de Coimbra, que produz medicamentos para mais de 100 marcas, abriu sucursais em 7 países (Espanha, Angola, Moçambique, Colômbia, Chile, Brasil e EUA) e exportou, em 2016, 84,5% da sua produção para mais de 40 países. Graças ao investimento na melhoria das instalações, no portefólio e na internacionalização, a Bluepharma encerrou o ano de 2016 com um crescimento do volume de negócios na ordem dos 7%.

Como resultado do investimento de 15 milhões de euros em Investigação e Desenvolvimento nos últimos três anos, e no âmbito da prossecução da sua estratégia de crescimento, a Bluepharma procedeu recentemente a obras de ampliação e reconversão do seu Centro de Investigação e Desenvolvimento, criado em 2003.

Iniciada em 2011, a presença nos mercados de Angola e Moçambique tem vindo a fortalecer-se, sendo a Bluepharma cada vez mais considerada uma marca de referência. Em Moçambique, intercala entre a 1ª e 3ª posição enquanto empresa que mais medicamentos genéricos vende naquele mercado. Em Angola, está entre as cinco primeiras empresas.

Embora sejam recentes as apostas na internacionalização para os mercados emergentes da América Latina (Brasil, Chile e Colômbia), tal como para Espanha, os Laboratórios Bluepharma ganharam, neste país, o primeiro concurso para fornecimento de Azitromicina, durante dois anos, na comunidade autónoma da Andaluzia.

A AIP, fundada em 28 de janeiro de 1837, foi sempre uma Associação de âmbito nacional, cujo objetivo primeiro é o de contribuir para o progresso das empresas e das associações nela filiadas, nos domínios técnico, económico, comercial, associativo, cultural e social. Desde sempre, a característica mais marcante da AIP foi a capacidade de projetar uma visão sobre o futuro, associada a projetos de mudança e de modernização, afirmando-se como uma instituição aberta à sociedade e participando ativamente na evolução socioeconómica e cultural do país. 

Depois da Renova e da Panicongelados, a Bluepharma foi a terceira das dez visitas a empresas industriais, integradas no programa de comemorações dos 180 anos da AIP.

 

O vereador do Desporto da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Carlos Cidade, esteve presente, ontem à noite, na 3.ª Gala do Desporto Diário As Beiras, que decorreu na Quinta das Lágrimas. Carlos Cidade subiu ao palco para entregar o prémio Carreira a César Pegado, uma figura ímpar do râguebi da Associação Académica de Coimbra (AAC). Numa noite dedicada ao desporto, destaque para os prémios que não foram sujeitos à votação do público. Trata-se dos galardões Diário As Beiras e Diário As Beiras/Académica – Organismo Autónomo de Futebol (OAF), que foram entregues a duas grandes glórias da Académica, respetivamente Vítor Manuel e Vítor Campos, sob fortes aplausos de todos os convidados.

A 3.ª Gala do Desporto Diário As Beiras, que distinguiu desportistas, treinadores, presidentes e, sobretudo, os que foram melhores na época desportiva 2016/2017, foi apresentada pelo antigo guarda-redes do Benfica, Neno, e contou com a presença de cerca de duas centenas de convidados. Um evento em que foram atribuídos 15 galardões, sendo que apenas dois, os prémios Diário As Beiras e Diário As Beiras/Académica – OAF, foram por nomeação. Os restantes 13 galardoados foram eleitos pelos leitores do jornal, que foram chamados a votar mais um ano.  

Prémio Equipa| Juniores da Académica OAF

Prémio Clube | Académica OAF

Prémio Treinador Sénior | João Luís Pinto (Rugby AAC)

Prémio Treinador Formação | Miguel Carvalho (Académica OAF)

Prémio Atleta Sénior Masculino | Tomás Miguel Veloso (CNAC)

Prémio Atleta Sénior Feminino | Bárbara Luz (Ténis AAC)

Prémio Atleta Formação Masculino| Francisco Mendes (Judo AAC)

Prémio Atleta Formação Feminino | Ana Seiça (AAC-SF)

Prémio Desporto Adaptado |Vítor Pleno (APPACDM Coimbra)

Prémio Carreira | César Pegado (Rugby AAC)

Prémio Organização | Taça do Mundo de Canoagem - Montemor-o-Velho

Prémio Revelação| Manuel Picão (Rugby AAC)

Prémio Dirigente |Sérgio Fonseca (Clube de Condeixa Associação Cultural e Desportiva)

Prémio Diário As Beiras | Vítor Manuel

Prémio Diário As Beiras/Académica – OAF| Vítor Campos 

 

Sílvia Pérez Cruz é considerada uma das vozes mais arrebatadoras surgidas recentemente na Península Ibérica. A cantora de origem espanhola foi, desde muito jovem, influenciada pelo universo da música popular latino-americana e do seu país. Mais tarde, estudou clássica, jazz e deixou-se contagiar pelo flamenco. Este percurso, marcado pelo cruzamento de diversas linguagens musicais, reflete-se numa forma de cantar que é única e inconfundível. Fiel aos diferentes estilos que aborda, Sílvia Pérez Cruz nunca deixa de cantar de uma forma que é só sua e que faz o público estremecer.

Sílvia Pérez Cruz estreou-se como compositora e solista com o álbum 11 de novembro (Universal, 2012). Muito aclamado pelo público e pela crítica, a edição portuguesa deste trabalho contou com a participação de António Zambujo. Seguem-se Granada (2014) e Domus (2016), este último foi distinguido com o Prémio Goya, na categoria de Melhor Canção Original para o tema “Ai, ai, ai”.

A cantora tem ainda participado em inúmeros projetos e colaborado com outros músicos. Com o baixista Javier Colina resgatou o filin cubano, tendo ainda formado um duo com o mestre da guitarra Toti Soler. 

Mas a carreira de Sílvia Pérez Cruz passa também pelo teatro e pelo cinema, tenso sido dirigida por Joan Ollé e Julio Manrique. No filme Blancanieves, de Pablo Berger, a sua voz conquistou, em 2013, um prémio Goya para Melhor Canção Original. Mais recentemente, gravou a banda sonora do filme Cerca de tu casa, de Eduard Cortés, onde desempenhou o papel da protagonista. 

Ao Grande Auditório do Convento São Francisco, Sílvia Pérez Cruz vem apresentar Vestida de Nit, um álbum gravado com um quinteto de cordas. O último disco da cantora catalã resulta de um trabalho de palco amadurecido que, embora tenha sido gravado em apenas dois dias, começou a ser desenvolvido em 2014.

Após andarem, durante três anos, a tocarem juntos, Sílvia Pérez Cruz decidiu gravar com cinco músicos de luxo. Vestida de Nit, nome de uma canção que os seus pais escreveram há mais de três décadas, é um álbum que mistura músicas próprias com outras que pediu emprestadas. Alguns destes temas têm presença regular no seu repertório, mas com uma cor diferente dada pelos arranjos de Javier Galiana de la Rosa, Joan Antoni Pich e da cantora. 

 

Revista de Imprensa

“Só que uma canção na voz de Sílvia Pérez Cruz rompe com qualquer (réstia de) normalidade. Não é apenas mais uma canção. É sempre a canção mais essencial ao mundo no momento em que dura na sua voz. (…) Porque com Sílvia, à semelhança daquilo que ela diz acontecer-lhe com as suas heroínas — ‘mulheronas, almas potentes’, como lhes chama — Lola Flores, Amália Rodrigues, Edith Piaf ou Chavela Vargas, acredita-se nela com quantas forças temos quando se lança a uma canção. (…) Ouvir hoje Sílvia Pérez Cruz será, porventura, uma fortuna semelhante àquela que tiveram os privilegiados que ouviram Chavela, Amália, Piaf, Violeta e até Lhasa nos seus anos áureos e disso se podem gabar para inveja generalizada. É a isso que estaremos muito provavelmente a assistir de novo neste momento”.

Gonçalo Frota, 5/5/2017, Ípsilon 

SÍLVIA PÉREZ CRUZ

Convento São Francisco | Grande Auditório 

27 maio | 21h30 

M/6 | 100 min

 

Bilheteira

Cadeiras de orquestra

Geral: 15 euros 

Estudantes, menores de 30 anos, maiores de 65 anos e grupos a partir de 10 pessoas: 13,50 euros

Especial: 11 euros 

Plateia

Geral: 12,50 euros 

Estudantes, menores de 30 anos, maiores de 65 anos e grupos a partir de 10 pessoas: 11 euros

Especial: 9 euros 

Balcão

Geral: 10 euros 

Estudantes, menores de 30 anos, maiores de 65 anos e grupos a partir de 10 pessoas: 8 euros

Especial: 7 euros 

1.ª fila (visibilidade reduzida): 6 euros 

O bilhete especial destina-se a grupos organizados de docentes e discentes de música, mediante envio de pedido para geral@coimbraconvento.pt

Informação 

Bilheteira – 239857191 | Horário: 15h00 às 20h00

bilheteira@coimbraconvento.pt

Convento São Francisco

 



 

 

O vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), Carlos Cidade, assinou hoje um contrato de apoio à aquisição de quatro viaturas elétricas de limpeza urbana e dois aspiradores (também com tração elétrica). A sessão pública decorreu em Porto de Mós. Depois de a candidatura da CMC ter sido aprovada pelo Programa de Apoio à Mobilidade Elétrica na Administração Pública, o Fundo Ambiental irá financiar, em cerca de 39 mil euros, o investimento que o Município de Coimbra vai realizar na aquisição dos veículos, no valor total de 231.208 euros (c/IVA).

A cerimónia contou com a presença do Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, do secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, do secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, e de diversos autarcas dos 117 municípios que também viram a sua candidatura aprovada. 

O documento hoje assinado permitirá efetuar um reforço de meios integrados na estratégia de requalificação ambiental do Centro Histórico - Alta e Baixa - onde os veículos e equipamentos financiados serão utilizados para melhorar o sistema de recolha de resíduos, com repercussão direta na imagem do espaço público. Quer pela dimensão reduzida, quer pela ausência de emissão de CO2 e baixos níveis de ruído, estes veículos mostram-se adequados às características físicas e humanas daquelas zonas, que justificam especial atenção e cuidado.

A compra de veículos 100% elétricos representa evidentes benefícios para o meio ambiente, com a CMC a contribuir para a diminuição da poluição ambiental e sonora no miolo da cidade, além da inerente poupança em combustível. Os quatro veículos dispõem de caixas de recolha de resíduos basculantes e, dois deles, apresentam sistemas de lavagem por alta pressão.

A candidatura ao cofinanciamento da aquisição destes veículos implicou ainda o abate de quatro viaturas de transporte de resíduos, a diesel, duas com 26 anos, uma com 24 e outra com 15. Além da idade avançada, apresentavam também quilometragens elevadas (uma delas tinha 684.406 km), fatores que as tornavam mais poluentes.

A atribuição de apoio pelo Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente à substituição de veículos de serviço urbanos ambientais por veículos elétricos destinados à mesma utilização, no âmbito da atividade desenvolvida pelas autarquias, representa um investimento global de 5,2 milhões de euros na aquisição de 360 viaturas. Entre janeiro e março, foram recebidas 119 candidaturas a este programa, tendo sido aprovadas 117.

O executivo da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) aprovou, por unanimidade, na sua reunião de ontem, uma proposta para a criação do Centro Municipal de Integração Social, um novo modelo de apoio social a prestar na Baixa de Coimbra, que passa pela disponibilização de um espaço físico, coberto, onde as equipas técnicas que fazem os giros noturnos, constituídas por várias entidades, possam prestar um serviço semelhante ao que fazem na rua, mas com mais reserva e dignidade para o cidadão. O Centro Municipal de Integração Social vai funcionar num imóvel sito no Pátio da Inquisição, n.º 2, 4 e 6, com uma área de 166,45 m2, e a gestão dessas instalações vai ser realizada pela Associação “Centro de Apoio aos Sem-Abrigo”.

Todos os dias são realizados giros noturnos por equipas técnicas constituídas por várias entidades que prestam apoio social, não só às pessoas que pernoitam na rua, mas também àquelas cujas rotinas se desenrolam no espaço público. Um trabalho meritório e necessário, uma vez que continua a verificar-se uma substancial procura de ajuda por parte das pessoas que apresentam um elevado nível de vulnerabilidade e carência económica. Uma situação que preocupa a autarquia, o que levou a que se procurassem novas respostas, integradas e multidisciplinares.

O Centro Municipal de Integração Social é, assim, um novo modelo de apoio social a prestar na Baixa de Coimbra, que pretende conferir uma maior dignidade ao munícipe que se apresenta em situação de vulnerabilidade, acolhendo-o num local reservado, coberto, onde passam a operar também as equipas que prestam acompanhamento social na rua. Será, pois, um espaço para apoio alimentar, atendimento a pessoas em situação de risco social e económico, a pessoas que não tenham ainda sido apoiadas por outras instituições, apoio psicológico, aproximação aos serviços de saúde mental, ações no âmbito da saúde primária, rastreios médicos, e, não menos importante, um ponto de encontro para voluntários, ou seja, todos os que manifestem vontade de ajudar.

A proposta, aprovada ontem em reunião de câmara, passa pela instalação do centro num imóvel situado no Pátio da Inquisição, que se encontra arrendado pela autarquia, espaço esse que será gerido por uma das entidades que faz parte da equipa que já presta apoio nos giros noturnos, com reconhecido know-how e que seja facilitadora da ação das restantes entidades. A escolha recai sobre a Associação “Centro de Apoio aos Sem-Abrigo”, que vai passar a gerir as instalações para a implementação e desenvolvimento do Centro Municipal de Integração Social, articulando o uso do espaço com as restantes entidades, que são: a Associação Integrar, a Associação Nacional de Apoio a Jovens (ANAJovem), Associação Todos pelos Outros, Centro de Acolhimento João Paulo II, Memórias e Gente e Ninho das Mariazinhas.

Para tal, será celebrado um protocolo entre a CMC e a Associação “Centro de Apoio aos Sem-Abrigo”, onde estão previstas as obrigações e as responsabilidades de cada parte. O protocolo vigorará por um período de um ano, sendo renovável por iguais períodos, caso nenhuma das partes o denuncie. 

O executivo da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) aprovou, por unanimidade, na sua reunião de ontem, uma proposta para a celebração de um acordo de colaboração com o Conservatório de Música de Coimbra, que prevê a entrega gratuita de instrumentos musicais a esta instituição, no valor de 80 mil euros, para serem utilizados para a formação musical e instrumental de crianças e jovens.

Os instrumentos, propriedade da CMC, foram adquiridos pela autarquia para apoiar, através de um contrato de comodato, a instalação da Associação Escola de Música/Filarmónica do Planalto, num espaço municipal do Bairro do Ingote. Este era um projeto de formação musical dirigido, essencialmente, aos habitantes de bairros sociais, que terminou em 2012, quando a associação deixou de desenvolver a atividade, tendo os instrumentos regressado novamente para a posse da autarquia.  

Os instrumentos musicais estiveram armazenados no Centro de Artes e Ofícios, no Bairro da Rosa, em condições adversas, tendo a CMC decidido, em 2014, que o Conservatório de Música de Coimbra ficava como fiel depositário dos mesmos. Entretanto, foi efetuado um novo levantamento dos instrumentos musicais e a autarquia conseguiu mesmo reaver um trompete e um saxofone que se encontravam em falta e que foram posteriormente entregues ao Conservatório de Música de Coimbra.

A proposta de acordo de colaboração pretende, pois, regularizar a situação dos instrumentos musicais, através de um compromisso que pressupõe a entrega gratuita dos instrumentos, por parte da CMC, e durante o período de três anos (renovável por períodos iguais) ao Conservatório de Música de Coimbra, para que estes sejam utilizados especificamente para a formação musical e instrumental das crianças e jovens.

O Conservatório de Música de Coimbra compromete-se, por sua vez, a utilizar os instrumentos adequadamente, ficando a seu cargo a sua manutenção e as reparações que forem necessárias, e a colaborar com a CMC na sua área de intervenção e atuação, nomeadamente através da participação em eventos musicais promovidos pela autarquia ou na cedência de instalações e/ou equipamentos. Fazem parte dos instrumentos musicais em causa, entre outros, baterias, bombos, clarinetes, flautas, maracas, pandeiretas, saxofones, trombones, trompas e trompetes. 

O executivo da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) aprovou, por unanimidade, na sua reunião de segunda-feira, uma proposta para a atribuição de um apoio financeiro, no valor global de 132 mil euros, ao Grupo Recreativo “O Vigor da Mocidade” (GRVM), para a requalificação do piso do Pavilhão Desportivo. Uma necessidade premente, que foi constatada pelo próprio presidente da CMC, Manuel Machado, e pelo vereador do Desporto da CMC, Carlos Cidade, numa visita que fizeram ao pavilhão no final do ano passado.

O pedido foi oficializado pelo GRVM em março deste ano, para que a coletividade possa, assim, continuar a garantir boas condições de prática desportiva, nomeadamente nas modalidades que já oferece e que são a patinagem artística, o hóquei em patins, a ginástica acrobática e o futsal.

O GRVM é uma das associações que tem tido um papel relevante para a promoção e desenvolvimento das atividades desportivas e tem contribuído para a divulgação e aumento do número de praticantes na modalidade da patinagem, que se encontra em fase de ascensão no concelho.

Nesse sentido, e no seguimento do pedido formalizado pela GRVM, foi elaborada uma proposta para a celebração de um contrato programa entre a CMC e a associação, que sustente a atribuição de um apoio financeiro ao GRVM para a requalificação do piso do seu pavilhão desportivo, num total de 132 mil euros. Uma verba que será dividida em duas frações de 66 mil euros cada, a primeira a concretizar-se na assinatura do contrato programa e a segunda com o auto de receção provisória da obra.

O contrato programa prevê ainda que o GRVM, para além de outras obrigações, colabore com a autarquia e outras instituições desportivas do concelho em ações de interesse municipal, assegure e dinamize a disciplina de patinagem nos Dias Desportivos organizados pela CMC, e organize um festival no âmbito da modalidade de patinagem artística, durante quatro épocas desportivas, com início na temporada 2017/2018.

O executivo da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) aprovou, por unanimidade, na sua reunião de ontem, o projeto de execução da empreitada “Encosta da Sofia – Ligação da Ladeira do Carmo à Rua de Aveiro”. A ação “Encosta da Sofia” inscreve-se no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) de Coimbra, cujo 1.º troço, “Requalificação da Rua Pedro Rocha/Rua e Travessa de Montarroio e Ladeira do Carmo”, se encontra atualmente em execução. Segue-se agora o 2.º troço, de “Ligação da Ladeira do Carmo à Rua de Aveiro”.

Através da concretização das duas fases desta obra, será possível percorrer, em automóvel, o trajeto entre as ruas Dr. Dias Ferreira e de Montarroio e a Rua de Aveiro. Entre outros aspetos, o projeto de execução deste segundo troço prevê uma ligação viária/pedonal a partir da Ladeira do Carmo até à Rua de Aveiro em calçadinha à portuguesa e cubo de granito. O portão metálico existente junto à Rua de Aveiro será removido, assim como o respetivo encontro para permitir a execução de passeio naquele local.

A intervenção, com um custo estimado de, aproximadamente, meio milhão de euros (499.366 euros, valor c/IVA incluído) inclui ainda intervenções nos passeios da Rua de Aveiro, nas escadas e no Adro de Santa Justa, envolvendo iluminação pública e mobiliário urbano, na Cerca de S. Bernardo (portões e requalificação de pavimento e muros) e no logradouro posterior do Colégio do Carmo da Venerável Ordem Terceira de S. Francisco.